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Entre Sonhos e OVNIs: Os Desafios de Falar sobre Longevidade na Web

Segunda, 05 de Outubro

O grande problema de ter que escrever um texto de improviso com mil e quinhentas palavras é que daqui a pouco a gente começa a abordar assuntos que não deveria. A pessoa acaba abordando temas que não deveria, não por querer esconder alguma coisa, mas por ainda não ser o momento de abordar tais assuntos.

Especialmente quando se trata de planos pessoais. Planos são para ser comemorados depois das conquistas. No meio do caminho a gente fica bem quietinho e vai trabalhando, fazendo o que tem que ser feito. Todos os dias vamos ficando mais perto da realização de metas, e todas elas dependem da passagem do tempo.

Isso é uma coisa que não assusta. Idade também é um estado de espírito. O meu estado de espírito não se abala com muita facilidade. Não que eu tenha uma personalidade com características próximas da psicopatia. É preciso fazer um trabalho consciente e constante de vigilância sobre meus pensamentos e sentimentos a respeito de tudo que acontece.

A este respeito, preciso dizer que agora que já atingi o número mínimo de postagens que permitiriam que meu blog começasse a fazer dinheiro com o Google Adsense, existe uma outra grande dificuldade: a divulgação da existência desta página.

Vamos lá: poderia ajudar que eu a divulgasse nas minhas redes sociais. Facebook, Instagram, Tik Tok. Sim, seria. Mas eu não tenho o hábito de frequentar essas redes. Tenho perfil em todas, mas não vou lá postar quase nada. Primeiro, porque acho perda de tempo. Segundo, porque não acredito que possa me trazer alguma coisa de bom propagar a minha vida para zilhões de estranhos verem.

Mas eu poderia ir lá propagar a existência desta página. Ah, mas zilhões de pessoas acabariam por saber o que acontece na minha vida, do mesmo jeito.

IV

Sim, isso aconteceria. Mas existe uma grande diferença entre o público que lê e o que gosta de apenas ver imagens e correr o dedo sobre a tela do celular. São pessoas completamente diferentes. Mas eu não sou do tipo que lembra de ir às redes sociais para fazer divulgação. Simplesmente, não lembro.

Pior do que isso: quando lembro me dá preguiça.

¢

Ontem à noite eu estava quase caindo num erro, pensando no que estou fazendo neste site. Porque tenho vindo me sentar, muitas vezes pensando que não sei sobre o que vou escrever. Com isso, acabo me repetindo, repetindo os assuntos, dizendo as mesmas coisas com outras palavras, contando minha rotina do dia-a-dia.

Depois pensei, espera um pouco, a ideia do site é fazer um acompanhamento do desenvolvimento de um objetivo, que é bem claro: o caminho da longevidade. Para levar uma vida longeva a pessoa precisa necessariamente de rotinas. Nem todo dia vai acontecer alguma epifania, alguma grande descoberta de vida a ser compartilhada com as pessoas.

A grande descoberta, na verdade, é a de estar vivo em mais um novo dia. Nem todo mundo tem este privilégio. Todos sabemos disso. Isso vem de encontro à ideia básica deste canal: descrever a trajetória de uma vida longa.

Todos os dias tenho algumas ideias sobre o que escrever. A maioria delas aparece enquanto estou exercitando com pesos, ou em meio à caminhada. Sempre penso que vou continuar lembrando delas no momento de escrever, mas é uma realidade que nunca acontece. Sempre acabo esquecendo.

Nas duas últimas noites tive dois sonhos, entre tatos outros que devem ter acontecido. Quase nunca lembro de sonhos. Mas destes dois eu lembro. Um deles, sem dúvida, aconteceu por eu ter me impressionado muito com os vídeos de OVNIs do André Berlinck.

III

Era noite e eu estava em algum lugar, numa rua plana, cheia de casas. Algo como uma das principais avenidas da cidade vizinha de Eldorado do Sul. A noite tinha algumas estrelas, e a Lua era visível, mas alguma coisa estava estranha: ela parecia pequena demais. Lembro que pensei, no sonho, que nunca tinha visto a Lua a uma distância tão grande da Terra.

Depois de algum tempo, algumas “estrelas” começaram a se mover, exatamente como num dos filmes de OVNIs do André. Daqui a pouco alguns objetos começaram a parecer maiores e a se mover como se fossem aquelas setas do Canva para o You Tube. Muito brlhantes.

Aí me pareceu mais estranha ainda a companhia, que eu não via, mas que estava perto de mim, e então eu acordei.

No despertar de hoje eu estava sonhando que via o meu carro de cima, e ele parecia estar estacionado na contra-mão, deslinhado em relação à calçada, e a cor era vinho, e não a que realmente é. E também não parecia ser o mesmo carro.

Também de cima eu cima eu via que havia um caminhão guincho tentando estacionar de ré para deixar o carro do vizinho (que olhando de cima parecia ser o mesmo terreno que tenho aqui ao lado), mas o meu carro deslinhado estava atrapalhando as manobras.

Só que eu tinha na cabeça que, descendo, eu encontraria o meu carro real na posição real que ele sempre fica. Eu descia, e lá embaixo o carro não estava, nem o caminhão guincho, e alguém me dizia que o meu carro havia sido guinchado. Então eu subia de volta, chegava lá em cima, olhava para baixo e a cena voltava ao que era, o caminhão guincho tentando colocar o carro do vizinho e o meu atrapalhando, atravessado.

II

Então eu descia, e a cena se repetia: sem carro, sem caminhão, sem carro do vizinho. Este looping aconteceu mais umas duas vezes, e então eu entendi (no caso, me levou ao despertar) que estava dormindo e estava com vontade de ir ao banheiro. A surpresa no sonho: estava perto de mim a mesma pessoa, que eu não via, do sonho da noite anterior.

Se eu sabia quem era a pessoa, mesmo não vendo? Sim, eu sei. Por causa da voz.

¤

Hoje levantei mais tarde do que de costume. Eram seis horas. Quando isso acontece, a minha rotina da manhã se altera. Comecei direto pelo café. Depois escrevi. Levantar pesos e caminhar ficou por último. Então tinha que vir terminar de montar este post, o que fiz depois de encher a máquina de lavar.

Escrevi um pouco enquanto ela trabalhava. Depois interrompi para enchê-la novamente, para o segundo ciclo. Escrevi mais um pouco. Interrompi de novo para pendurar a roupa. Agora estou dando continuidade e vou até o fim, antes do almoço. Significa que não fiz edição de áudio para o You Tube na parte da manhã.

Enquanto caminhava, fiquei pensando, de novo, são várias as ideias que passam na cabeça naquele momento. Por exemplo, quando entro no escritório, dou de cara com as estantes com livros, mas uma delas, em especial, tem os livros de ufologia que quero ler para o canal. Eles ficam à altura dos meus olhos. Entro na peça e dou de cara com eles.

Já tenho escolhidos de memória os que quero ler em seguida ao trabalho que está em produção agora. Tenho vontade de ler uns três ao mesmo tempo, trabalhar em todos eles e fazer publicações simultâneas, intercaladas com shorts. É uma pretensão bastante otimista.

Trabalho para pelo menos um ano

I

Enquanto pensava sobre isso, lembrei que junto, ali, há pelo menos um livro que tenta provar que discos voadores não existem. E há um que relata encontros no centro de São Paulo com um ocupante de OVNI. Vários encontros.

Sobre o primeiro livro, que tenta provar que os ovnis não existem, preciso dizer que o comprei porque esperava que ficasse comprovado que não existem. Ao contrário dos livros que demonstram que são uma realidade, este não apresenta nenhuma documentação inquestionável. Na verdade, não apresenta documentação nenhuma.

Como livro, parece uma coisa que foi traduzida às pressas, por causa do sensacionalismo. Mal diagramado, mal impresso, internamente a apresentação é um caos. Mas pretendo ler para o canal do You Tube.

Quanto ao segundo livro, dos vários encontros no centro de São Paulo, pretendo lê-lo, mas, para mim, é tudo invenção. Piratagem pura, para vender.

μ

Uma outra ideia que me passou pela cabeça, ainda tem a ver com a estratégia de colocar uma imagem à minha frente para criar uma realidade. Ficará para a próxima postagem. O que me leva a uma outra ideia: como não posso ficar anotando as ideias enquanto me exercito ou caminho, ao longo do dia vou manter por perto papel e caneta.

Porque muitos pensamentos me vêm até mesmo quando estou assistindo séries, e principalmente quando faço coisas da casa e fico com a televisão no You Tube. Muitas ideias surgem nestes momentos.

E por incrível que pareça, não vou conseguir terminar esta postagem e publicação antes do horário de almoço, mesmo tendo  impressão de que foi muito fácil montar as duas últimas sequências. Pareceram fáceis, mas levaram tempo igual.

Vai ficar para depois a seleção do título, que tenho feito com ajuda de Inteligência Artificial. Digo sobre o que escrevi e peço que sintetize.


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