Terça, 06 de Outubro
Uma coisa que gosto de fazer, quando caminho na rua, é ficar olhando as casas. Arquitetura sempre foi um dos meus interesses, mas apenas do ponto de vista do observador. Gosto de olhar construções. Quando se trata de mentalizar um objetivo, olhar as fachadas dos imóveis, para mim, tem mais efeito do que colar uma imagem na parede e ficar olhando.
Com um automóvel é possível ser bem específico, mas com imóvel não dá. Imóvel a gente tem que levar em consideração a redondeza, a vista, se for o caso, e a distribuição das peças. Por isso fui ao Google Imagens e passei um bom tempo pesquisando plantas, até achar uma que me agradou bastante. Agora ela está como papel de parede do notebook.
Aqui, na região onde estou morando, do lado de cá da avenida principal, o que não falta são construções, a maioria prédios de apartamentos, mas há muitas casas, também. O lado de lá da avenida está passando pela fase inicial de urbanização. Já existe pré-venda de lotes.
Se eu penso em algum dia ter uma casa neste local? Sim, por que não? Se eu tenho ideia de como isso poderá acontecer? Só em sonho. De concreto, só a vontade. Me preocupo com como vai ser? De jeito nenhum. De acordo com uma frase de Joseph Murphy, “estou seguro de que a Inteligência Infinita me dará os meios para a realização do meu desejo“.
Tenho certeza de que durante o processo de longevidade muitas coisas vão acontecer que me trarão este e outros objetivos. É o que o Hélio Couto e outros mestres chamaram de “soltar“. O trabalho de construção de uma vida longa vai acabar trazendo os resultados que eu espero. Não tenho a menor dúvida disso. É só ter paciência.
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O Rio Grande do Sul não recebe moleza da Natureza. Na tarde de segunda-feira, depois de uma manhã de temperaturas que exigiram um pouco mais de abrigo, bateu um pouco de calor. Havia previsão de chuva forte para algumas regiões do Estado. Às 15h45 havia vento moderado, já. Eu olhando pela janela vislumbrei não só isso, como nebulosidade avançando.
Tinha colocado uma camiseta a mais, no meio da manhã, mas tive que tirar, quando o calor bateu. Amanhã vou escrever sobre como foi a chuva, se acontecer (mas que não tenho dúvida de que acontecerá) Estou escrevendo ainda na tarde de terça. Admito que hoje não houve edição de áudio no Cap Cut.
Já falei sobre achar que dormir de dia é um desperdício, a não ser em casos especiais, como a Copa do Mundo. É por causa disso que não levanto na madrugada, nos finais de semana, para assistir corridas de Fórmula 1. Eu até gosto, mas sem um brasileiro disputando a ponta não tem graça. Não vale a pena deixar de dormir por causa disso. Mas valeria, por exemplo, sacrificar algumas horas para trabalhar para mim mesmo, em função do canal do You Tube.
Mas me falta coragem. Se eu acordo entre três e quatro da manhã, sempre penso que poderia dar mais uma dormida. Na segunda-feira, tinha acordado pouco depois das quatro. Até podia ter levantado. Agora, pensando no assunto, acho até que deveria ter levantado. Começar o dia cedo me faria deitar, talvez, ali pelas nove horas, para dar uma cochilada.
Neste horário já teria terminado de montar a postagem do blog e a bobeira de sono bateria justamente quando estivesse fazendo edição de vídeo. Deitaria, dormiria um pouco e voltaria, quem sabe, até mesmo antes das dez, e daria continuidade ao trabalho. Sem grandes prejuízos a este.
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Uma espiada nas prateleiras da estante onde estão meus livros de Ufologia me deu uma ideia do quão complicado e difícil será escolher os três próximos em que vou trabalhar. Uma coisa que escrevi ontem não mudou: vou trabalhar em três ao mesmo tempo. Será uma ótima maneira de manter a cabeça funcionando, fazendo uma coisa que gosto. A parte que mudou, que é a que dará muito trabalho, é a escolha de quais livros com que trabalhar.
Mencionei três, mas aí, olhando para a estante, para as capas, há títulos que me botam para pensar. Este aqui não poderia ficar de fora, este aqui também não, e aí concluo que todos deveriam entrar na próxima leva. É engraçado. Na verdade, a palavra certa, para mim, a esta altura, é emocionante, ainda mais se que pensar que é trabalho para perto de um ano.
Amanhã vou trazer o dado correto, mas o livro em que estou trabalhando agora já tem pelo menos seis meses, desde o início da leitura. Já está todo lido. Tem 28 capítulos. Destes, oito já estão prontos para publicação. Passei um tempo fazendo edição completa de cada um. Depois mudei, voltei ao modelo antigo, de fazer edição de áudio de todos, depois colocar legendas em todos, depois trabalhar o fundo de todos, e assim por diante.
Neste meio tempo, terminou o período de um ano da minha última renovação do Canva. A renovação automática do Adobe Podcast (o programa de redução de ruído e melhora da qualidade do som da gravação, entre outras funções importantes) aconteceu agora em outubro.
Se eu não fizer a renovação do Canva, o CapCut tem alguns recursos que dão a impressão de que foi usado aquele programa. No momento, estou na edição do áudio do capítulo dezessete do Livro dos Danados.
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Não dá para dizer quanto tempo vai levar ara terminar a edição do áudio dos onze capítulos restantes. Alguns são mais extensos que outros, e agora estou vivendo tempos em que 16 horas de vigília estão me parecendo muito poucas, para tudo que tenho que fazer.
Mas há um pequeno detalhe: a parte da edição de áudio exige que exista apenas uma coisa para eu prestar atenção. Claro, o áudio dos capítulos, e mesmo assim, incrivelmente, às vezes na hora da legendagem, descubro que deixei passar erros. A legendagem é a parte mais exigente no sentido da produção dos vídeos. Não dá para ter a minha voz dizendo alguma coisa e as legendas mostrando outra.
Também por isso, muitas vezes acontece de eu largar o trabalho, num determinado dia, numa determinada hora, porque já não estou mais com paciência para ficar sentado na frente do computador corrigindo erros. Prefiro deixar para continuar na manhã seguinte, quando estiver mais descansado (e portanto menos impaciente) e a probabilidade de erros será menor.
Também contribui para isso (e também como já mencionado anteriormente) o fato de estar usando um óculos inadequado para leitura de perto, em função das cirurgias de catarata já realizadas. Tem também a questão de muitas horas perto de telas de computador (no PC para edição de vídeos e no notebook para escrever aqui), para nem falar que a cadeira que está no escritório é ergonômica, mas a da sala não é.
Tem uma hora que o corpo quer ficar sentado no sofá, na frente da televisão.
Mas vamos deixar claro: estou mencionando estas situações apenas a título de comentário. Nível de reclamação zero. Sou muito grato por poder fazer todas essas atividades com um nível muito bom de saúde física e mental. Não é para todo mundo.
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Alguns dos títulos que me deixam em dúvida (só os títulos, sem entrar em detalhes sobre os autores): A Invasão dos Discos Voadores; Desaparições Misteriosas; Encontro com os Discos Voadores; As Forças Armadas Falam; A Bíblia e os Discos Voadores; o Livro do Inexplicável; Os Ufonautas; Deuses e Espaçonaves Através da História.

Outros títulos correm por fora, mas não me induzem a querer trabalhar neles agora. Os citados acima são os de apelo mais forte, para mim, do tipo, perecem exigir uma ação imediata. Vai ser bem complicado escolher três entre eles.
Uma coisa que faltou detalhar, ali em cima, é que quando estou na fase da legendagem dos vídeos consigo deixar outra coisa funcionando, como vídeos do You Tube na tv da sala, ou perto de mim, no celular, ou mesmo música, como faço quando venho para a sala escrever aqui. Fica tocando baixinho no escritório.
E hoje ainda foi um dia em que precisei cortar salada antes de fazer qualquer oura coisa, depois do almoço. Então tive que escolher, depois, vir para cá escrever, ou fazer edição de áudio. Escolhi escrever, porque estava com os assuntos borbulhando na mente.
Ontem de tarde andei futricando na seção de Widgets do WordPress e relembrei algumas coisas. Tanto que já tem mudança na parte de baixo, abaixo dos textos. Ainda não sei bem como será. Um blog que trata de longevidade não pode deixar de ter informações básicas sobre o Grêmio, pelo menos não, lá em baixo.
Acompanhar os jogos do time do coração faz parte do processo de envelhecimento, ou será que não? Não vejo como não. E quanto mais tempo viver, mais poderei acompanhar. A mim, parece lógico. Teria muito material para colocar aqui, já que mesmo tendo perdido o outro blog, continuei fazendo anotações das partidas no bloco de notas.