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Sobre OVNIs, rotina e o desejo de voltar a ler

terça, 29

Desde criança, depois que assisti a um filme muito ruim chamado A Invasão dos Discos Voadores que eu me interesso por Ufologia. Nunca fui do chamado grupo dos crentes de OVNIs. Desde que comprei e li muitos e muitos livros sobre este assunto, sempre tive um olhar crítico para as imagens que eventualmente surgiram na minha frente.

Antigamente, quando não havia You Tube e outras plataformas de vídeo, como existem hoje em dia, comprar livros esperar que tivessem alguma foto para ser analisada, era uma proeza. Também desde sempre entendi que para estarem nos livros, a maioria das fotografias provavelmente já teriam sido muito analisadas, e alguns livros até descreviam o processo de análise.

Algumas imagens que encontro no You Tube, a meu juízo, são francamente falsificações, truques, efeitos especiais. Mas algumas outras são de deixar a gente com a pulga atrás da orelha.

Por exemplo, neste final de semana, mais exatamente na sexta-feira, encontrei no You Tube um vídeo feito por uma fotógrafo profissional chamado André Berlinck. E é isso mesmo, não é uma fotografia, é um vídeo, de 43 minutos. Na apresentação da gravação, ele faz questão de dizer – eu concordo – que OVNI quer dizer Objeto Voador Não Identificado.

A denominação não diz que se trata de uma nave espacial. Entretanto, conforme o objeto se movimenta, é possível se ter noção sobre se ali se encontra alguma inteligência no comando, ou não. O autor da filmagem também disse, sem exagero, que se tratava de dezenas de OVNIs. E, sim, foram dezenas.

Foi possível perceber, também, que eles provavelmente estavam a uma distância muito grande da Terra, e isso é certamente o que mais impressiona. A quantidade até não causa tanto impacto, seria lógico que houvesse muitos objetos circulando no espaço sideral.

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Imagino que se estivessem dentro da atmosfera terrestre, alguns aviões militares também apareceriam na filmagem. E falando em aviões, durante a filmagem apareceu um avião dos nossos, que atravessa a tela da direita para  esquerda, e acredito que se fosse um vôo comercial as pessoas do lado de lá devem ter visto alguma coisa do que estava acontecendo.

Também antes da reprodução do filme o André recomenda que a pessoa assista numa tela grande. A minha, aqui, é de 43″. A da casa dos pais é maior, e lá eu olhei o filme de novo. Não resta dúvida: alguma coisa estava acontecendo no espaço naquela noite. Alguma coisa bem extraterrestre.

Sobre isso, este é o tema principal de um dos meus canais no You Tube. Lá, já tenho as leituras dos livros A Viagem Interrompida, que conta a história da abdução do casal Barney e Betty Hill; Ufologia- uma Pesquisa Cientifica, de J. Allen Hynek, o maior ufólogo de todos os tempos; O Guia dos Ufos; A Verdade Sobre os Discos Voadores, de Donald Keyhoe, ex-major da Força Aérea dos Estados Unidos; O.V. N.I. e as Civilizações Extraterrestres.

No momento estou trabalhando no Livro dos Danados, de Charles Fort. Ele chama de danados todos os fenômenos estranhos que aconteciam em épocas muito anteriores à chamada “era moderna dos discos-voadores“, iniciada em 1947, com o avistamento de Kenneth Arnold sobre o Monte Reinier. A danação se deve à constante negação da Ciência da época em reconhecer a natureza estranha de alguns fenômenos e sua possível origem extraterrestre.

Charles Fort viveu de 1874 a 1932 e era especialista em fenômenos anômalos. Com uma vasta documentação a respeito dos fatos que relata no livro em questão, ele teorizava sobre a possível existência de uma região fora da Terra, que ele chamava de Mar dos Super-Sargaços.

Estou gostando de trabalhar neste livro.

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Enquanto escrevo este texto está rolando o segundo jogo amistoso entre as seleções brasileira e australiana. Ou será o contrário? Enquanto rola o amistoso estou escrevendo este texto. Pode ser. A verdade é que o texto comecei a escrever na noite de segunda-feira, enquanto acompanhava o jogo do Juventude pela Série B do Brasileirão.

Na noite de segunda já comecei a escrever este texto sabendo que o finalizaria na manhã de terça, para publicação na terça. Mas também sabia que faria duas ou três coisas ao mesmo tempo (o que dizem que o homem não é capaz de fazer). Uma parte da minha rotina diária ainda não fiz, que é a parte do ritual de escrita. Não teria tempo de fazê-la antes das 7 horas que era o horário de início da partida.

Mas ainda na noite de segunda comecei a colocar água dentro da máquina de lavar. Pus uns dois baldes, depois de ter escrito o primeiro parágrafo desta postagem. Hoje quando levantei fiz os exercícios com pesos, depois a caminhada; tomei banho, tomei café e aí estava na hora do início do jogo.

Quando a partida começou, fui para completar a água da máquina de lavar. Depois, enquanto ela começava a lavar, cortei duas tiras de linguicinha, porque tinha deixado feijão de molho na madrugada. Preparei o cozimento do feijão e deixei a panela funcionando, enquanto vim para escrever mais uma parte deste texto.

Aí era intervalo de partida. Antes do final do intervalo a máquina terminou o primeiro ciclo de lavagem. Estava enchendo novamente a máquina quando o jogo recomeçou. Quando terminei de colocar água e a máquina voltou a lavar, vim para terminar este texto. Enquanto ainda tenho que escrever o penúltimo lote de trezentas palavras, o feijão terminou de cozinhar, há pouco.

Tudo dentro do planejado.

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Uma coisa em que acabei me tornando razoavelmente bom foi em logística pessoal. Com algumas estratégias simples consigo me adiantar em algumas coisas, especialmente quando se trata de horários e eu ter que transportar pessoas (no caso, meus pais, que são os únicos que de vez em quando andam comigo). Quando se trata de coisas de casa, também consigo me organizar bem.

Por exemplo, tinha feito comida suficiente para lotar o freezer vertical e alguns compartimentos da parte inferior da geladeira. Com a retirada gradual de potes de dentro do freezer, vou subindo os outros dos andares de baixo e transferindo da geladeira para o freezer.

A logística de fazer mais feijão entra em operação, primeiro, porque já saíram do freezer potes suficientes para eu poder armazenar uma nova panelada. Segundo, porque já desocupei uma certa área da geladeira para poder guardar.

Eu poderia ter deixado passar mais tempo, já que ainda tem muita comida pronta. Mas eu prefiro não me deixar acomodar pela preguiça. Fazer assim também evita que eu precise tirar um dia inteiro para ficar cozinhando. Quando eventualmente acontecer alguma situação em que eu realmente não tenha tempo par cozinhar, não esquento, porque já tem bastante comida em estoque.

Agora o jogo terminou, o feijão está pronto, a máquina terminou de lavar. Ainda tenho que terminar esta postagem, tenho que pendurar a roupa lavada, apesar da chuva lá fora (a parte boa é que não tem vento, então poderei aproveitar os dois espaços cobertos que tenho na frente da casa).

Vou fazer antes de montar o último lote de trezentas palavras, e ainda terei tempo para trabalhar um pouquinho na edição do Livro dos Danados para o You Tube antes do almoço. Na parte da tarde vou conseguir finalizar todo capítulo em que estou trabalhando, que é pequeno.

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Me enganei. Tem algumas rajadas de vento, sim, então só pude usar uma das duas áreas cobertas que tenho no pátio da casa para pendurar roupa, e um lençol, apenas, ocupou-a toda. Em compensação, com um lençol na lavada, os dois varais de chão que tenho acomodaram todo o restante das roupas e sobrou espaço, ainda.

Enquanto executava esta tarefa, no You Tube fui acompanhando um vídeo de uma moça que morava na Noruega e voltou para o Brasil. Num dos trechos do vídeo ela fala exatamente sobre essa coisa de logística, e eu pensei, é bem o que eu faço. Quando digo que fiz exercícios com pesos, depois caminhada, depois tomei banho, sempre esqueço de mencionar que a roupa do pós banho já tinha ficado separada desde a noite anterior.

Especialmente no inverno gaúcho, e mesmo agora, primavera, mas que ainda temos começos de manhã meio gelados, não dá para desperdiçar o suor do corpo quente separando a roupa que se vai vestir depois do banho, por menos tempo que isso leve. No meio do inverno eu tomava banho muito cedo, antes das 6 horas, sem grandes sofrimentos, aliás, sem sofrimento nenhum, porque o corpo ainda estava quente da caminhada.

Uma outra coisa que tenho que fazer é encaixar alguns minutos de leitura, todos os dias, mesmo que ainda não esteja com um óculos que seja cem por cento bom para isso. Como falei para o médico, outro dia, que me encaminhou para o oftalmologista: estou sofrendo com abstinência de leitura.

Não tenho bem certeza, mas estou achando que o melhor horário para fazer isso será à noite, antes de dormir, nem que vá dormir um pouco mais tarde. Terei que aprender a coordenar isso nas noites em que houver futebol para acompanhar. Mesmo assim, será melhor que leitura nenhuma.


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