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Rotina de Alimentador Auto Gerido

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Estou vindo aqui pelo quarto dia consecutivo. Trata-se de uma vitória pessoal.  Gosto de vitóias pessoais. Me dão uma ilusão de ideia de que estou melhor como pessoa do que estava há quatro dias. De alguma maneira, também me parece ter ficado mais fácil atingir a métrica de mil e quinhentas palavras por dia. Por exemplo, ontem tive que terminar o texto da postagem de qualquer jeito, porque quando vi já tinha alcançado aquele número.

Hoje o analista de métricas de SEO ainda não começou a me xingar com os “precisa melhorar”. A parte de estar já me acostumando com a métrica do número de palavras tem dois lados. Num deles, já começa a parecer que mil e quinhentas é um número baixo. No outro, fica a impressão de que diminui o tempo para atingir a marca.

De toda maneira, também me parece que estou levando estas postagens como se estivesse numa conversa informal, onde os assuntos se misturam sem que a gente perceba. Uma coisa vai puxando a outra, e percebo que não há, mesmo, necessidade de seguir um roteiro. A abordagem de um tema específico num texto sem imagens pode se transformar numa coisa maçante para quem lê.

O que acontece, na prática, é que apenas na abertura da postagem já é possível se aproximar das primeiras trezentas palavras. Isso parecia uma eternidade quatro dias atrás. Lembrando que levei mais de duas semana, acho, entre a primeira e a segunda postagens. Não há a menor dúvida de que houve progressos.

Sobre o processo de envelhecimento e a busca pela longevidade, há um aspecto que ainda não abordei nenhuma vez, aqui (e bem no canal do You Tube), que é a parte da alimentação. Talvez consiga escrever mais um pouco sobre a parte de estar levando a vida sozinho.

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Quando penso na busca pela longevidade, penso que é preciso cuidar da alimentação. E quando penso em cuidados, penso que ela não tem que ser apenas saudável. ela tem que ser forte. Eu tenho que sentir que aquela comida está trabalhando em favor da minha saúde de um jeito que me dê energia. Tem que me ajudar a manter a massa muscular. Não pode só não me fazer engordar.

Entretanto, para o conjunto da saúde, só alimentação não basta, é preciso fazer exercicios. A pessoa tem que se mexer. O que funciona para mim, na rotina de alimentação: café da manhã, cedo, uma fruta no máximo até 9 horas, almoço, uma fruta no máximo até 16 horas, jantar. Claro que há algumas adaptações, de acordo com as tabelas das Series A e B do Brasileirão, e outras competições em que Grêmio, Inter e Juventude estejam envolvidos.

Desde domingo, dia 20 de setembro, entramos em uma data-Fifa que só termina dia 7 de outubro para a Série A. A Série B não para, mas o Juventude só joga na segunda-feira que vem, dia 28. Dito isso, significa que no total terei duas semanas para seguir uma rotina bastante regular, digamos assim. Na verdade, mesmo que os horários de sono passem por adaptações, por causa de jogos, a base da alimentação nunca muda, pelo menos, não, quando estou em casa.

O organograma da alimentação é sempre o mesmo, mas há adaptações. Por exemplo, quando vou ter jogo para acompanhar até perto de meia-noite, sempre coloco um punhado de batatas palito na Air Fryer e faço uma boquinha. Elas são acompanhadas por um punhado de sal light e katchup zero açúcar. Não fico nem um pouco constrangido com isso, porque no outro dia a primeira ou segunda coisa que faço depois de levantar é levantar peso e caminhar.

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O café da manhã é sempre do mesmo tipo: leite desnatado, café solúvel, um sache de zero-cal. Pão preto, de sanduíche, de grãos ou que eu mesmo faço. Se for um dos pães industrializados, são sempre sem adição de açúcares. Se for um que eu mesmo fiz, porque a fórmula exige açúcar, coloco sempre açúcar fit. Margarina ou requeijão light, patê light, mortadela de frango ou de carne sem toucinho, salame italiano light, queijo light.

Mortadelas, patês, margarina, requeijão, lights pela redução de sódio. Isso funciona bem para quem não quer ter problema de pressão arterial, nem para cima, nem para baixo. A minha roda em torno de 12 por 8, 14 por 8, há vários anos. Tenho fé em que por causa desta prática (aliada aos exercícios físicos) estou na idade em que estou sem precisar tomar nenhuma medicação para regular a pressão.

A fruta da manhã. É sempre um rodízio. Ou uma banana, que tem o ano inteiro, ou uma maçã, que é o mesmo caso, ou uma bergamota (inverno), ou um pêssego (verão), ou meio abacate, com limão (ano inteiro, eventualmente morangos. Sempre tenho essas frutas na geladeira.

Pode até não ser verdade (mas para mim funciona) que as frutas durem mais dentro da geladeira quando estão ainda fechadas dentro do saco. Sempre tenho pelo menos três tipos de frutas na geladeira (outro detalhe: na geladeira, porque, para mim, fruta quente não dá, não desce). Como se trata de um rodízio, sempre uma delas fica de fora a cada dia, e me parece que, sim, duram mais estando fechadas dentro do saco.

E aqui entra de novo a disciplina: se tiver que ir ao mercado comprar apenas uma delas, porque vai faltar, eu vou, e geralmente vou a pé, a menos que esteja chovendo, ocasião em que venço a preguiça e pego o carro.

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Almoço e janta se equivalem na consistência: arroz, feijão, um ovo, uma carne, salada. Mas a janta pode conter também meia espiga de milho verde, às veze sozinha, às vezes com couve cozida. Esta parte da alimentação é um pouco mais complexa, porque, como escrito acima, a meu juízo a comida tem que ser forte.

Muitos anos atrás, num relacionamento que tive, aprendi com ela a comer de colher. Sempre me pareceu muito mais fácil, Corta tudo que precisa ser cortado antes de levar ao micro-ondas. Depois é só se sentar e comer de colher. Muito mais prático e melhor administrável. Para isso também foi preciso, depois, largar a coisa de comer na mesa. Para isso existem as cumbucas, em especial as de plástico.

E por que as de plástico? Pelo motivo mais óbvio: são inquebráveis.

Parêntese de Volta no Tempo

Antes do meu primeiro casamento eu não fazia nada dentro de casa. Não sabia cozinhar, não lavava minhas cuecas. Não aprendi nada disso. Mas como casei com uma pessoa que também não sabia e trabalhava fora, como eu, sempre tive em mente que as tarefas de casa deveriam ser divididas.

Então apendi a cozinhar algumas coisas. Fazer arroz foi uma das primeiras. Uma vez, quando pré-adolescente, presenciei o estouro de uma panela de pressão. Nunca mais cheguei perto de uma até o dia em que divorciei. A partir dali fui obrigado a perder o medo, senão corria o risco de nunca comer feijão em casa, a menos que arrumasse alguém que fizesse.

Foi um medo que eu gostei de perder. Hoje em dia uso a panela de pressão elétrica para qualquer coisa sem nem piscar. 

Voltando

As imagens dizem tudo. Nunca fico com preguiça de cozinhar quando percebo que alguma coisa vai faltar no freezer. No caso, são dois: um vertical e outro da geladeira. Sempre tem comida por antecipação, aqui. Se vierem hoje várias pessoas comer aqui e casa, comida não vai faltar.

Ali tem arroz e carnes, muitas carnes.

Uma das grandes vantagens de se morar sozinho é que posso usar os mesmos temperos e condimentos para todas as coisas cozinhadas. Todas as carnes, incluindo os peixes, levaram molho de tomate, molho de cebola, sal light e pasta de alho. Os mesmos condimentos, mesmos temperos, cada uma com seu sabor particular.

O meu paladar é bem fácil de agradar.

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Vou ter que deixar para amanhã o restante da comunicação a este respeito. Já estou quase no limite da métrica e mil e quinhentas palavras, e me coloquei este limite porque para vir escrever estou tirando tempo da edição de vídeos para o canal de leitura do You Tube.

E uma coisa, aqui, me incomoda, ainda. É a métrica de palavras de transição no meio do texto.

Palavras de transição: Somente 26% das suas frases contêm palavras de transição, o que não é suficiente.

Não consigo entender isso muito bem. Eu deveria, então preparar as  sequências de texto através de uma deixa. Mas o meu texto não segue nenhum tipo de premeditação. Aliás, a premeditação é a de saltar de um tema para o outro de forma aleatória.

Isso eu acho que consigo fazer muito bem. A menos que eu tenha entendido errado  coneito de “palavras de transição“.

De qualquer forma, também estou sendo alertado sobreDistribuição de subtítulos: 2 seções do seu texto são mais longas do que o número recomendado de palavras (300) e não estão separadas por subtítulos.

Não estou sendo capaz de corresponder a este expéctativa. Diga-se de passagem, não tem coisa pior do que ter que corresponder a expectativas.

P.S.: clique no título da postagem para visualizar as imagens.


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